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Joelma - Joelma, Muito Mais (1968)

segunda-feira, 14 de Julho de 2014








Joelma - Joelma, Muito Mais (1968), com orquestra sob a direcção de Willy Join.
LP originalmente lançado pela Chantecler CMG-2484, em Março de 1968.

Joelma Giro (Cachoeiro do Itapemirim, 19 de setembro de 1945), conhecida simplesmente como Joelma, é uma cantora brasileira. Iniciou a sua carreira ainda jovem, interpretando músicas que faziam sucesso na voz de Ângela Maria e Agnaldo Rayol, no programa de rádio Clube do Guri. Foi descoberta aos 8 anos por Emilinha Borba, que a levou a participar no programa Papel Carbono, de Renato Murce, na Rádio Nacional (Rio de Janeiro).


O primeiro disco (single) saiu em 1963, pela Chantecler: de um lado, o bolero "Incompreendida"; do outro, o samba canção "Só ele". Em 1966, o primeiro LP, "Perdidamente Te Amarei", também pela Chantecler.
Entre os seus maiores sucessos encontram-se, "Não digas nada", de Rossini Pinto e Fernando Costa, "Alguém me disse", de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, e ainda "Aqueles tempos", "Pombinha Branca" (versão de Nelson Motta), entre outros. De grande sucesso popular, fez inúmeras apresentações no exterior e gravou discos em espanhol.

Fonte: Wikipedia


Faixas/Tracklist:

1. Tem Pena Desse Homem
2. Tem que Ser Ele
3. Jo-Jo
4. O Mar Não Falará
5. Silêncio
6. Toureiro
7. Setembro
8. Esta Tarde Vi Chover
9. Bonequinho de Barro
10. O Teu Passado
11. Cordão de Cores
12. Pranto Teu

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Miguel, do Brasil, a quem agradecemos.

Les Charlots ‎– Anthologie Vol. 2 (1967-1969)

domingo, 13 de Julho de 2014








Les Charlots ‎– Anthologie Vol. 2 (1967-1969) - Anthology's ‎– ANT 200114.


Les Charlots foi um grupo de músicos franceses , cantores, comediantes e actores de cinema , que foram muito populares nos anos 60 , 70 e no início dos anos 80. O grupo iniciou a carreira e esteve especialmente activo nos anos de 1965-1966 como " Les Problèmes ", a banda de apoio do cantor francês Antoine. Terminado o grupo Les Problèmes, o mesmo deu origem a uma nova formação, Les Charlots, inicialmente um grupo de cómicos, adaptado mais tarde à formação de rock ao sabor da corrente yé yé e rockabilly. Les Charlots, foram moderadamente populares durante a primeira metade dos anos 70 e permaneceram activos desde 1966 a 1997, e em seguida, de novo brevemente de 2008-2011 (como um duo). O seu estilo de comédia "light-hearted" foi influenciado pelo estilo do popular grupo italiano Brutos e pelo humor anarquista dos Irmãos Marx.
Os cinco membros iniciais eram, Gérard Rinaldi (voz, saxofone e acordeão ), Jean Sarrus ( baixo, voz de apoio ), Gérard Filipelli , conhecido como " Phil " (guitarra, voz de apoio), Luís Rego (guitarra, piano e voz de apoio) e Jean-Guy Fechner (bateria e voz de apoio). Filipelli foi apelidado de " Phil ",  porque havia dois "Gérard" no grupo .
Cada membro era facilmente reconhecível: Rinaldi foi a referência de uma boa aparência com a voz “crooner”, Sarrus era o mais baixo com bigode e fazia imitações engraçadas, Filipelli era louro e alto, Rego foi o sarcástico português e Fechner era alto com uma grande barba espessa.


Faixas/Tracklist:

1 Paulette, La Reine Des Paupiettes (G. Rinaldi, L. Rego) 2:14
2 J'Ai Oublié Bon Bouchoir (G. Rinaldi, L. Rego) 2:55
3 Si Tous Les Hippies Avaient Des Clochettes (G. Rinaldi, J. Sarrus) 3:15
4 Les Nouilles (G. Filippelli, G. Rinaldi) 3:08
5 Berry Blues (G. Rinaldi, L. Rego) 2:56
6 Viens Bobonne (G. Rinaldi, L. Rego) 1:38
7 T.V.A. T.V.A. (Adaptado por G. Rinaldi, A. Coffrant, S. Bechet) 3:07
8 Nécro Bossa (G. Rinaldi, L. Rego) 1:57
9 Je Chante En Attendant Que Ca Sèche (G. Filippelli, G. Rinaldi) 3:40
10 Say What I Say (Adaptado por G. Rinaldi, H. Warren, M. Gordon) 2:52
11 Je Suis Trop Beau (G. Rinaldi, J. Sarrus) 2:49
12 Y'a Plus D'Vodka (À Boris...) (G. Rinaldi, L. Rego) 3:35
13 Gustine Oh ! Gustine (G. Filippelli, G. Rinaldi) 1:58
14 Je M'Énerve (G. Rinaldi, L. Rego) 3:12
15 Le Clown (Je Deviendrais Roi) (G. Rinaldi, L. Rego) 3:05
16 Aspirine-Tango (G. Filippelli, G. Rinaldi) 2:31
17 Le Pauvre Mec (G. Rinaldi, L. Rego) 3:45
18 Saint-Rock (G. Rinaldi, L. Rego) 3:58
19 Il Était Une Fois Dans Le Sud (G. Rinaldi, L. Rego) 3:35
20 Rock A La Marie (G. Rinaldi, J. Sarrus) 2:29

Bonus:
Extrait Du Deuxième LP "Charlow-Up"
21 Dors Mon Petit Bébé (G. Rinaldi, J. Sarrus) 3:22

Extrait Du LP "Il Était Une Fois A L'Olympia"
22 New Charlots Pub's (Live - Les Charlots)

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo Luís Futre, a quem agradecemos.

Nancy Sinatra ‎– Boots (LP 1966)

sábado, 12 de Julho de 2014





 



Nancy Sinatra ‎– Boots (LP Reprise Records ‎– RS-6202, 1966).
Produção de Lee Hazlewood.


Nancy Sandra Sinatra (Jersey City, 8 de Junho de 1940) é uma cantora e actriz americana. 
Nancy Sinatra, como ficou mais conhecida, começou a sua carreira no início dos anos 60. É filha do famoso cantor Frank Sinatra com a sua primeira esposa Nancy Barbato. O seu maior sucesso como cantora foi a canção "These Boots Are Made for Walkin'", lançada em meados da década de 60, e que se tornou um hino do movimento feminista. 
Nancy é também conhecida pelas canções "You Only Live Twice, composta especialmente para o filme 007 Só Se Vive Duas Vezes (You Only Live Twice), com Sean Connery, e "Bang Bang", um cover da cantora e actriz Cher que quarenta anos depois fez parte da banda (trilha) sonora do filme Kill Bill, de Quentin Tarantino 


Com "These boots are made for walking", ela exibiu a sua sensualidade e a fez sinónimo de go-go boots. O clip da canção é considerado um clássico exemplo da moda sessentista. O tema foi composto por Lee Hazlewood, que escreveu e produziu a maioria das suas canções e cantou com ela em vários duetos.
Entre 1966 e 1967, sozinha, Nancy Sinatra conseguiu levar aos tops 13 canções, todas tendo Billy Strange como produtor e arranjador. Em 1967, ela uniu-se ao seu pai para o seu segundo nº 1, “Something Stupid”. Embora de certa forma limitada, a sua voz possui uma singularidade expressiva e irónica, no estilo clássico moderno. Em 1968, Nancy actuou com Elvis Presley no filme Speedway.
Em 1995, aos 55 anos, Nancy Sinatra foi capa da Playboy, aparecendo toda nua.
Em 2004, ela desfrutou de um certo sucesso com mais um álbum marcando o retorno à sua carreira e uma turnê internacional. Nancy actualmente está no selo "Sanctuary/Attack Records".
Mantém-se em actividade.


Faixas/Tracklist:

A1 As Tears Go By (Andrew Loog Oldham, Jagger-Richards) 2:50
A2 Day Tripper (Lennon-McCartney)  3:01
A3 I Move Around (Lee Hazlewood)  2:46
A4 It Ain't Me Babe (Bob Dylan) 1:55
A5 These Boots Are Made For Walkin' (Lee Hazlewood) 2:40
B1 In My Room (Lee Pockriss, Paul Vance) 2:35
B2 Lies (Beau Charles, Buddy Randall) 2:46
B3 So Long, Babe (Lee Hazlewood)  3:04
B4 Flowers On The Wall (Lewis De Witt) 2:37
B5 If He'd Love Me (Mirriam Eddy) 2:45
B6 Run For Your Life (Lennon-McCartney)  2:25

LP gentilmente cedido pelo nosso amigo Larry Yarrow, a quem agradecemos.


The Grill Can't Help It - A Summer Smorgasbord Of 50 Rock 'N' Roll Treats (1951-1960)

sexta-feira, 11 de Julho de 2014







Trata-se de uma excelente compilação de Rock 'n' Roll muito oportuna para esta época de calor/Verão. Tendo em mente a diversão, o lazer, a comida, a bebida e a praia, esta colectânea apresenta-nos fantásticos títulos clássicos como "Saturday Night Fish Fry", "Drinkin Wine Spo-Dee-O-Dee" ou "Summertime", que servem como aperitivo para faixas ainda mais raras como, The Danderliers "Chop Chop Boom" e 'Pepper Hot Baby' de Phil Gray. 

Faixas/Track Listings:


1. Mickey and Sylvia: Let s Have A Picnic 
2. Amos Milburn: French Fried Potatoes And Ketchup 
3. The Del Vikings: Cool Shake 
4. Lloyd Price: Three Little Pigs 
5. The Jamies: Summertime, Summertime 
6. Freddy Cannon: Blue Plate Special 
7. Dale Hawkins: Hot Dog 
8. Louis Jordan: Salt Pork, West Virginia 
9. Elvis Presley: Crawfish 
10. Dick Glasser: Jeannie s Bikini 
11. Varetta Dillard: Good Gravy Baby 
12. Bobby Charles: Take It Easy Greasy 
13. Chuck Miller: Saturday Night Fish Fry 
14. Tommy Sands: Soda Pop Pop 
15. Red Saunders: Hambone 
16. Jamie Coe: Summertime Symphony 
17. Little Joe and The Thrillers: Peanuts 
18. The Sputniks: Johnny s Little Lamb
19. Glenn Barber: Ice Water
20. The Danderliers: Chop Chop Boom 
21. The Lockettes: Puddin Pie 
22. Thurston Harris: One Scotch, One Bourbon, One Beer 
23. Phil Gray and His Go Boys: Pepper Hot Baby 
24. Tennessee Ernie Ford: Catfish Boogie
25. Jerry Lee Lewis: Drinkin Wine Spo-Dee-O-Dee 


1. Lord Rockingham s XI: Fried Onions
2. Ronnie Hawkins: Jambalaya (On The Bayou)
3. Johnny Burnette: Gumbo
4. Chuck Sims: Little Pigeon
5. Gene Vincent: Summertime
6. The Coasters: Turtle Dovin 
7. Lenny Capello and The Dots: Cotton Candy 
8. Dudley: El Pizza
9. Dave Rich: Chicken House 
10. The Shades: Sun Glasses
11. The Swallows: It Ain t The Meat 
12. Louis Prima: Closest To The Bone 
13. Jo-Ann Campbell: Beachcomber 
14. Joe Clay: Duck Tail 
15. Richard Barrett with The Chantels: Summer's Love 
16. Andre Williams: Bacon Fat 
17. Marvin and Johnny: Cherry Pie 
18. Jerry Jaye: Sugar Dumplin 
19. Doc Starkes and His Nite Riders: Apple Cider 
20. Kay Cee Jones: Short nin Bread Rock
21. Jimmy Reed: The Sun Is Shining 
22. Wynonie Harris: Git With The Grits 
23. Tennessee Ernie Ford: Sunday Barbecue
24. Felix and His Guitar: Chilli Beans 
25. The Danleers: One Summer Night 

Compilação gentilmente cedida pelo nosso amigo João Carlos (Rato) do blog Rato Records, a quem agradecemos.


The Beatles - A Hard Day's Night (LP 1964).

quinta-feira, 10 de Julho de 2014








The Beatles - A Hard Day's Night (LP Parlophone ‎– PMC 1230, 10 Julho 1964).
Produção de George Martin e composições de Lennon / McCartney.

Hoje comemora-se o 50º Aniversário sobre o lançamento do álbum e filme dos Beatles, A Hard Day’s Night. Não poderíamos deixar de assinalar o evento, homenagear a data e o grupo neste dia tão especial.

A Hard Day's Night é o terceiro álbum da banda britânica The Beatles. Lançado em 10 de Julho de 1964, em Inglaterra, precisamente há 50 anos, acompanhou o lançamento do filme homónimo.
A versão britânica do álbum não representa exatamente a trilha sonora do filme, como a versão americana que contém as suas músicas instrumentais, além dos temas interpretados pelos Beatles. A versão americana do álbum, no entanto, não contém todas as canções da versão britânica. A versão britânica também foi lançada com a capa mostrando o nome da banda e do álbum, enquanto a capa da versão americana realça o título com a manchete: "Original Motion Picture Sound Track" ("banda/trilha sonora original do filme").


O álbum foi o primeiro a trazer só composições de Lennon/McCartney. Apresentou também músicas de sucesso como "A Hard Day's Night", "I Should Have Known Better", "If I Fell", "Can't Buy Me Love" e a primeira balada popular escrita por Paul McCartney, "And I Love Her".
O filme, a preto e branco foi dirigido por Richard Lester. Mostrava a história de uma banda de rock que era perseguida por fãs histéricos. Após perseguições de fãs, entrevistas e muito humor, a banda realiza um show na televisão. O filme mostra um pouco da realidade dos Beatles na época. 
A versão do Reino Unido - A Hard Day's Night chegou ao nº1 por 21 semanas, 43 semanas nas paradas.
A edição portuguesa do álbum foi apresentada como, The Beatles - A Hard Day's Night (LP Parlophone ‎– 8E 068-04-145, 1964), distribuido pela Valentim de Carvalho CI SARL.


The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960. É o grupo musical mais bem sucedido e aclamado da história da música popular. A partir de 1962, o grupo passou a ser formado por John Lennon (guitarra solo e voz), Paul McCartney (baixo e voz), George Harrison (guitarra ritmo e voz) e Ringo Starr (bateria e voz). Enraizada do skiffle e do rock and roll da década de 50, a banda veio mais tarde a assumir diversos géneros que vão do folk rock ao rock psicadélico, muitas vezes incorporando elementos da música clássica e outros, em formas inovadoras e criativas. A sua crescente popularidade, que a imprensa britânica chamava de "Beatlemania", fez com que eles crescessem em sofisticação. Os Beatles vieram a ser percebidos como a encarnação de ideais progressistas e a sua influência se estendeu até às revoluções sociais e culturais da década de 60.


Com a formação inicial de Lennon, McCartney, Harrison, Stuart Sutcliffe (baixo) e Pete Best (bateria), os Beatles construíram a sua reputação nos pubs de Liverpool e Hamburgo durante um período de três anos a partir de 1960. Sutcliffe deixou o grupo em 1961, e Best foi substituído por Starr no ano seguinte.O resto é história bem conhecida...


Faixas/Tracklist:

A1 A Hard Day's Night 
A2 I Should Have Known Better 
A3 If I Fell 
A4 I'm Happy Just To Dance With You 
A5 And I Love Her 
A6 Tell Me Why 
A7 Can't Buy Me Love 
B1 Any Time At All 
B2 I'll Cry Instead 
B3 Things We Said Today 
B4 When I Get Home 
B5 You Can't Do That 
B6 I'll Be Back

LP disponibilizado por Carlos Santos.

Mireille Mathieu - Les Plus Grands Succes de Mirelle Mathieu (LP 1988)

quarta-feira, 9 de Julho de 2014








Mireille Mathieu ‎– Les Plus Grands Succès de Mireille Mathieu (LP Carrere ‎– 66.609, 1988).

Les Plus Grands Succès de Mireille Mathieu é uma excelente compilação desta cantora francesa, lançada através de um LP em 1988 sob o selo Carrere. Na época, o tema “L'enfant que je n'ai jamais eu” era inédito. Todas as outras músicas são grandes sucessos de Mireille Mathieu, editados entre 1966 e o final dos anos 80. Juntámos ainda mais 6 grandes êxitos como bónus.


Mireille Mathieu (Avinhão, 22 de Julho de 1946) é uma cantora francesa com uma carreira nacional e internacional de mais de quarenta anos, condecorada com a Légion d'Honneur. Nascida no Sul da França, é a filha mais velha do operário Roger e da dona de casa Marcelle, que enfrentaram grandes dificuldades económicas para criar os seus catorze filhos.
Mireille cresceu e herdou o talento musical do pai que sonhara ser tenor. Grande admiradora de Edith Piaf, Mireille cantou precocemente em público pela primeira vez aos quatro anos, na Missa do Galo da Igreja Matriz da sua cidade. Porém, para tornar-se uma grande estrela internacional, não bastava apresentar-se para a família e aos amigos, que a apelidaram "la vie en rose", por motivos óbvios.
Com uma ascensão meteórica na sua carreira, Mireille participa em programas de televisão nos Estados Unidos e apresenta-se no Olympia. Nessa altura, era já considerada a cantora preferida do povo francês.
Depois de se apresentar na TV em 1965, e da sua estreia no “Olympia” em 1966, Mireille já era uma celebridade do domínio público. Foi saudada pela imprensa com grande relevo e anunciada como a "próxima Edith Piaf”, pela evidente semelhança do seu timbre de voz com o de Edith, falecida três anos antes.


A sua versão “La Dernière Valse”, que era um sucesso em inglês pelo cantor britânico Engelbert Humperdinck (The Last Waltz), foi uma ponte segura para tornar Mireille muito popular no Reino Unido.
De sucesso em sucesso, foi ao Canadá e aos Estados Unidos, onde se apresentou no famoso e indispensável “The Ed Sullivan Show” e no dia seguinte, 50 milhões de pessoas já conheciam Mireille Mathieu. Cantou em Las Vegas, ao lado de Dean Martin e Frank Sinatra e foi sucesso junto do público e da crítica. Nos seus mais de 40 anos de carreira, Mireille já vendeu mais de 120 milhões de cópias dos seus discos, gravou mais de 1200 músicas, em nove línguas e foi a primeira artista do ocidente a fazer um concerto de música popular na China.
Mantém-se em actividade.
A biografia desta excelente cantora francesa já se encontra inserida neste blogue.


Faixas/Tracklist:

01 L'Enfant Que Je N'Ai Jamais Eu 
02 La Dernière Valse 
03 Mon Credo 
04 Viens Dans Ma Rue 
05 Qu'Elle Est Belle 
06 Paris En Colère 
07 J'Ai Gardé L'Accent 
08 Pardonne-Moi Ce Caprice D'enfant 
09 Une Histoire d'Amour 
10 Une Femme Amoureuse 
11 Acropolis Adieu 
12 A Blue Bayou 
13 Tous Les Enfants Chantent Avec Moi 
14 Santa Maria de La Mer 
15 Mille Colombes 
16 La Paloma Adieu


Bonus:
17 - Un Homme et Une Femme
18 - Les Bicyclettes de Belsize
19 - Non, Je Ne Regrette Rien
20 - Sous Le Ciel de Paris
21 - La Vie En Rose
22 – Milord

Álbum gentilmente cedido pelo nosso amigo José Aurélio Marques, a quem agradecemos. 
Bónus disponibilizados por Carlos Santos.

Elvis - A Tribute To The King V/A (The Songs That Elvis Made Famous)

terça-feira, 8 de Julho de 2014








Elvis - A Tribute To The King V/A (The Songs That Elvis Made Famous).


Elvis Presley tornou-se numa indústria durante a sua vida e mantém-se mesmo passados mais de 30 anos após a sua morte (foram vendidos mais discos de Elvis depois da sua morte do que quando ele era vivo). Há mais de meio século que ele fez a sua primeira gravação comercial, para a Sun Records em Memphis, Tennessee. A voz, a imagem, o espectáculo, a presença física de Elvis ainda se mantêm inesquecíveis e lendárias.

Graceland

Elvis foi um grande artista e um excelente profissional até ao fim. Não foi um deus ou um verdadeiro rei, mas apenas um explorador de vastas paisagens novas de sonho e ilusão. 
O homem certamente morreu naquele fatídico dia 16 de Agosto de 1977. Mas o mito está vivo e continuará a ser assim para sempre. 
Esta é uma excelente e única compilação que reúne algumas das melhores versões de clássicas canções que Elvis imortalizou um pouco por todo o mundo.

Fonte: Texto parcialmente traduzido e adaptado, do blog Rato Records.

Compilação produzida e gentilmente cedida pelo nosso amigo João Carlos (Rato) a quem agradecemos.

Lana Bittencourt - Grandes Sucessos (1955-1964)

segunda-feira, 7 de Julho de 2014








Lana Bittencourt – Grandes Sucessos (1955-1964) - Série “Maxximum”.

Lana Bittencourt foi uma das vozes mais potentes, graciosas e afinadas da "Era da Rádio". Teatral e passional, sempre cantou um repertório repleto de pérolas de canções de amor e ciúme, sem esquecer os géneros mais festivos como o samba e o baião, mostrando versatilidade também ao interpretar vários números do cancioneiro internacional, cantados em inglês, francês, espanhol e italiano. Influenciada pela cantora ítalo-franco-alemã Caterina Valente, que interpretava também em vários idiomas, Lana era chamada justamente pelo prefixo de “A internacional”. Todo esse repertório foi gravado nos anos 50 e 60 e tem agora seus melhores momentos editados pela primeira vez em CD. As três últimas canções, Caminhemos, Rio de Janeiro e Ternura, jamais foram lançadas e são pois absolutamente inéditas.
Lana foi uma das "Campeãs" de vendas de discos nos anos 50.
A biografia desta excelente cantora brasileira já se encontra inserida neste blogue.

Fonte: Texto parcialmente transcrito e adaptado de Rodrigo Faour.


Faixas/Tracklist:

1 Malagueña (Ernesto Lecuona/ versão: Julio Nagib) (1955)
2 Johnny Guitar (Victor Young/ versão: Julio Nagib) (1955)
3 Andalucia (Ernesto Lecuona/ versão: Julio Nagib) (1955)
4 Zezé (Baião internacional) (Humberto Teixeira) (1956)
5 Quero-te assim (Tito Madi) (1959)
6 Além (do céu) (Edson Borges/ Sidney Morais) (1958)
7 Se alguém telefonar (Alcyr Pires Vermelho/ Jair Amorim) (1958)
8 Summertime (George Gerswhin/ Du Bose Heyward) (1958)
9 Little darlin’ (M. Williams) (1958)
10 Haja o que houver (Fernando César) (1957)
11 Longe é o céu (Tom Jobim) (1961)
12 Chorou, chorou (Luiz Antonio (1961)
13 Ave Maria (Jayme Redondo/ Vicente Paiva) (1957)

Inéditas:
14 Caminhemos (Herivelto Martins) (1964)
15 Rio de Janeiro (Isto é o meu Brasil) (Ary Barroso) (1962)
16 Ternura (Lyrio Panicalli/ Amaral Gurgel) (1964)

Canções e contracapa (não original) gentilmente cedidos pelo nosso amigo Allan, do Brasil, a quem agradecemos.

Conjunto "Os Monstros" de Moçambique - Os Monstros, Quando a Qualidade Supera Barreiras Raciais

domingo, 6 de Julho de 2014






O conjunto "Os Monstros" foi um dos predilectos da minha juventude, pelo seu estilo de música, por inserir metais na sua formação (pouco frequente na época) e por sair da rotina musical que estávamos habituados. Parecia que a banda já tinha sido varrida da minha memória mas, eis que descobri este excelente e interessante artigo sobre o fantástico grupo escrito por Rui Guerra Laranjeira . Nele, Laranjeira aborda o conceito musical do conjunto, a sua evolução, o contexto social, mas também outros aspectos a ele relacionados, o que torna o artigo interessante de se ler. Não poderia pois deixar de o transcrever com a "devida vénia" para o blog, na sequência da nossa busca incessante das "memórias e património histórico" dos grupos de Moçambique dos anos 60. Infelizmente, não temos conhecimento que o grupo tenha deixado legado em disco editado (Carlos Santos).

Os Monstros, quando a qualidade supera barreiras raciais

Os Monstros’, considerados por muitos o melhor grupo musical moçambicano no período marcaram, entre 1968 e 1976, uma geração pela sua postura e qualidade musical. A banda era constituída por jovens negros adolescentes. Na formação inicial do grupo estava Arlindo Estevão, António Manjate (falecido), Adolfo Macaringue e João Paulo (falecido). Mais tarde juntaram-se Máximo (baterista), João Pais (organista) e Marcelo (trompetista). Residiam nos bairros suburbanos de Maputo: Mafalala, Chamanculo, Minkadjuíne, Indígena e Mahotas.
Começaram por se chamar ‘Mártires’ mas, por questões de marketing, acabaram por ser ‘Os Monstros’. A situação mundial prevalecente na altura contribuiu bastante para a postura adoptada pela banda. De acordo com os seus testemunhos, acontecimentos como o Maio de 68 em França, a Guerra do Vietname, o movimento hippie altamente contestatário em relação a esta guerra, Martin Luther King e a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, desempenharam um importante papel para o desenvolvimento de uma atitude contestatária e uma consciência cultural muito forte entre eles. Para além de que o ambiente estudantil negro em que gravitavam, era caracterizado pela leitura e discussão de obras de autores como Franz Fanon, Ângela Davis, Black Panthers, Stockley Carmichael, William Dubois e, no caso moçambicano, Luís Bernardo Honwana e o seu Nós Matámos o Cão Tinhoso. 
As leituras levar-lhes-ão sucessivamente ao Panafricanismo, Negritude e à Soul Music. A Soul Music é escolhida pela banda pelo facto de cantar o negro e as injustiças sofridas por este. Assim, será com este género musical que ‘Os Monstros’ irão entrar para o mundo da música e tornar-se populares no país. A popularidade e a qualidade das suas músicas supera as bandas de brancos o que, em pleno período colonial, não era usual. A sua popularidade e ascensão em plena sociedade colonial segregacionista e racista deveu-se a uma série de factores. Um deles foi a entrada de David Abílio - amigo de infância dos membros da banda – para o Jornal Notícias. A partir dali estabelece contactos com colegas de profissão que passam a cobrir as actuações do grupo e pela qualidade demonstrada nas suas actuações, a imprensa vai ser unânime em afirmar que a banda era das melhores no seu género.
E outro factor não menos importante, terá sido a situação política da época. A década de 1960 no espaço de lingual portuguesa é marcada por transformações de grande importância que irão mudar radicalmente a situação nas colónias portuguesas. A Guerra de Angola iniciada em 1961 e que levará à abolição do estatuto do Indígena e ao início de políticas de aceitação do negro. Portanto, a aceitação e promoção dos ‘Monstros’ pode ser enquadrada neste contexto político-social marcado por um esforço de preservação das colónias, através da conquista das mentes dos povos colonizados. Assim, os ‘Monstros’ podem ter servido os interesses portugueses neste sentido, mas em contrapartida, foram um manifesto de identidade negra através da sua música.

A transição do subúrbio para o cimento

Assim, do Centro Associativo dos Negros de Moçambique, festas familiares e casamentos na zona suburbana, ‘Os Monstros’ dão um salto qualitativo para a “zona de cimento”. Aqui começam por actuar em bailes de finalistas que na altura eram considerados festas de elite e quem actuava nelas eram também indivíduos provenientes do mesmo meio social. Portanto, quebrava-se assim uma situação social que estava profundamente enraizada. A primeira actuação foi no baile de finalistas dos estudantes da Escola Comercial que, diz-se, ter sido espectacular. Surpreendentemente, uma banda de jovens negros que tocava Soul Music levara jovens brancos ao delírio.
Qual a razão do sucesso? A qualidade técnica dos membros da banda, criatividade, espectacularidade e boa capacidade de execução estarão por detrás desta reacção e aceitação. Terá pesado também o facto de serem praticamente da mesma idade, o que levou a que se criasse uma empatia muito forte com os seus fãs. Pois, para além da música soul, o grupo também executava números de bandas famosas na época como os ‘Credence Clear Water Revival’ adaptando as suas músicas para o soul tornando as suas versões melhores que as interpretadas por outros agrupamentos locais. Gradualmente a sua fama vai crescendo à medida que os convites se multiplicam. Lugares que antes estavam reservados a bandas constituídas por indivíduos de raça branca e mestiça passam a estar acessíveis aos ‘Monstros’. Nesta senda, o grupo actua no Clube Militar de Lourenço Marques, privilégio reservado a poucos, para as altas patentes do exército e agrada. O desempenho dos ‘Monstros’ contribuiu para o reconhecimento do negro como alguém capaz e com valor. Esta mudança de atitude teve um impacto muito grande no seio da juventude negra de Lourenço Marques.

O resgate do orgulho negro


Paralelamente à acção psico-social de promoção do negro e à aceitação verificada nos círculos raciais brancos e na zona urbana, os moçambicanos negros sentiam-se orgulhosos pelo facto de existir uma banda de jovens negros que tinha aceitação multiracial sem constrangimentos de nenhuma espécie apesar da continuação do sistema colonial e da Guerra de Libertação iniciada no norte do país pela Frelimo. Surgem mais bandas de jovens moçambicanos a tocar ritmos que não eram limitados ao folclore. ‘Os Monstros’ tiveram um impacto bastante grande entre a juventude negra a nível das mentalidades. A sua auto-estima e os seus índices de confiança melhoraram bastante, pois, ao cantar Soul Music, música do negro norte-americano, estes passavam a mensagem de luta dado que aqueles eram conhecidos pelo uso da música como instrumento de luta, de denúncia e contestação ao sistema. Isto era feito de uma forma tão subtil e com uso de linguagem metafórica, que o poder colonial não se sentiu em nenhum momento confrontado, daí que o grupo tenha sido largamente aceite pelo establishment. A ideia de negro preguiçoso, desprezível e incapaz de fazer coisas boas como era veiculado pelo sistema político de então, era assim desmentida.

O alistamento no exército português

Em 1970, dois membros da banda - João Paulo e João Pais - são convocados para a tropa, o que ameaça desintegrar a banda. Para evitar que isso aconteça, os ‘Monstros’ alistam-se voluntariamente mesmo com alguns elementos sem idade regulamentar, caso do baterista Máximo, revelando deste modo a profunda amizade e espírito de solidariedade existente entre eles. A entrada para o exército português é facilitada pelo Movimento Nacional Feminino (MNF) adstrito às Forças Armadas que intercede a seu favor, junto do General Kaúlza de Arriaga. Este concede a autorização e passam a ser a banda do exército em Moçambique actuando em quartéis e bases militares em substituição da banda do português João Paulo que, durante anos, havia tocado para as tropas.
A sua passagem pelo exército não foi de todo pacífica dado que alguns membros do exército não entendiam o estatuto especial de que gozavam. O conjunto era obrigado a realizar espectáculos para o exército durante três meses consecutivos, findo os quais descansavam durante nove meses. Durante o período de descanso aproveitavam para ensaiar e estudar. Ficam baseados em Nampula e por quatro anos vão actuar em todos distritos (hoje províncias) de Moçambique. É nesta fase que o agrupamento se torna o mais popular de Moçambique e, em termos musicais evolui bastante, pois, para além do Soul Music, tocam o Underground, Funk, Pop-Music e o Rock.
Sobre a passagem por Nampula, Máximo, baterista da banda, recorda que naquela cidade o racismo fazia-se sentir de forma muito forte, de tal modo que as moças locais não namoravam com negros. Mas, com a chegada da banda, no espaço de um ano a situação mudou completamente. Outro episódio interessante vivido por ele ocorreu na Beira, cidade que era a mais segregacionista do país. Ali, a banda foi convidada a actuar num clube Chinês, mas por algum motivo ele atrasou-se e não entrou ao mesmo tempo que os colegas, então, a entrada foi-lhe negada. Para que entrasse foi necessária a intervenção dos outros elementos do grupo para confirmarem que fazia parte do conjunto.

A desmobilização e o fim da banda

Após os quatro anos de serviço militar em que ‘Os Monstros’ percorrem o país de lés a lés a entreter as tropas, dá-se a desmobilização. A desmobilização acontece em 1974. Esse ano é marcado por uma série de acontecimentos, nomeadamente o 25 de Abril, a Assinatura dos Acordos de Lusaka que permitem a constituição de um governo de transição que levará à independência em Junho de 1975. Assim, a desmobilização ocorre num período conturbado acaba por ditar o fim do agrupamento. Pois, com a independência, novos valores foram adoptados e Os Monstros já não se enquadravam num processo que dava primazia à música de cariz moçambicana. Então, tal mudança para o agrupamento afigurou-se difícil para além do próprio momento político que conotava tudo que não tivesse origem africana e moçambicana de reaccionário, decadente e burguês. A banda foi considerada conivente com o sistema colonial português e assim o seu fim foi inevitável. O ano de 1976 marca o desaparecimento oficial dos Monstros e a emigração de um dos seus elementos mais carismáticos, o vocalista João Paulo. Este emigra para a África do Sul em 1978, onde se manteria até 1999, quando volta de vez para a Moçambique. 

O reencontro e o fim definitivo

O reencontro verifica-se com o regresso de João Paulo em 1999. Os membros da banda agora adultos e com diferentes actividades tentam reconstituir a banda. Apenas dois espectáculos são realizados e apercebem-se que os tempos são outros e que a adrenalina da juventude e a disciplina do grupo já não é a mesma. De jovens disciplinados, regrados e sem vícios que eram, tudo se esfumara. Também a boa imagem que tinham deixado dos Monstros na década de 60 e 70 obrigava-os a não continuarem, sob pena de destruírem o legado que haviam construído. Assim, em 2000, realizou-se o ultimo espectáculo e cada um se dedica às suas actividades profissionais. Apenas João Paulo continua a cantar como músico profissional até à altura da sua morte em 2009. Deste modo encerrava-se uma época.


‘Os Monstros’ foram sem dúvida uma das bandas mais populares de Moçambique senão a mais popular durante o período da sua existência (1968-1976). A qualidade da sua música e a consciência política e social demonstrada pelos seus membros levou a que a banda fosse única nesse sentido. A escolha de um género musical que era atribuído ao negro norte-americano mostra por si só uma atitude contestatária que foi veiculada de forma bastante inteligente através do uso de linguagem metafórica altamente truncada. Aliado a isso é preciso considerar a qualidade técnica e a espectacularidade dos seus instrumentistas que conseguiram cativar a juventude urbanizada europeia daquela época e não só, consumidora da música pop de então. A criação de uma rede social forte também ajudou na sua ascensão e afirmação naquele contexto. A política de promoção social do negro implementada pela psico-social teve uma grande influência na aceitação generalizada por parte da sociedade colonial e a sua adopção pelo exército.
A qualidade da música foi outro factor que ajudou a quebrar preconceitos raciais e impor a banda e simultaneamente despertar o orgulho negro e auto-confiança entre a juventude nativa. Esta aceitação e aclamação pelas instituições e sociedade colonial terá sido a causa do seu desaparecimento e morte cultural aquando da independência. O novo regime vinha com um projecto de sociedade que não compactuava com o passado e a forma de ser e estar dos ‘Monstros’. Com uma base social essencialmente rural não havia espaço para valores urbanos ainda que estes fossem professados por jovens negros. Pois, estes eram vistos como elementos perniciosos para a juventude da nova sociedade que se pretendia criar. Sendo assim o fim da banda era inevitável. Pois, nesta fase da revolução moçambicana a independência intelectual era interpretada como uma ameaça o que levou a que muitos jovens abandonassem o país. 

por Rui Guerra Laranjeira

Fonte: Site Buala (http://www.buala.org)

Brotherhood Of Man - Save Your Kisses For Me (LP 1976)








Brotherhood Of Man ‎– Save Your Kisses For Me (LP PYE Records ‎– 27 041-3, 1976).


Brotherhood of Man é uma banda pop britânica formada em 1969 e que na década de 70 venceu o Festival Eurovisão da Canção 1976 interpretando a canção "Save Your Kisses For Me”, que foi um grande êxito em toda a Europa e mesmo nos Estados Unidos. O grupo era constituído por dois elementos do sexo masculino e dois do sexo feminino, o modelo seguido pelos ABBA, em 1974.

Formação/Members:
Martin Lee
Nicky Stevens
Lee Sheriden
Sandra Stevens

Membros anteriores /Past members:
 Tony Burrows
Sunny Leslie
Sue Glover
Roger Greenaway
Johnny Goodison
Hal Atkinson
Russell Stone

Depois de vencerem o referido festival continuaram a ter outros êxitos no Reino Unido, entre os quais destacamos, Where Are You Going To My Love, Be My Loving Baby, Save Your Kisses For Me (1976 - é sem dúvida o tema mais popular desta banda), My Sweet Rosalie, Oh Boy (the mood I´m in), Angelo, Figaro ou Middle of the Night.



Faixas/ Tracklist:

A1 Save Your Kisses For Me 
A2 Now 
A3 Cry Thief 
A4 Nothing In The World 
A5 Sweet Lady From Georgia 
A6 Kiss Me, Kiss Your Baby 
B1 Shame On You Baby 
B2 Be Loving Baby 
B3 Dream On 
B4 Tugging 
B5 I'm So Much In Love 
B6 You Are Love 

Nota: O que parece ser um autocolante na capa ("inclui Save Your Kisses For Me und Kiss Me, Kiss Your Baby - 1976 Sieger beim Grand Prix Eurovision"), é de fato parte integrante do grafismo da mesma.

LP ripado do vinil e gentilmente cedido pelo nosso amigo Roy Burton, a quem agradecemos.